
Nem sempre são os retoques finais e a atenção aos pormenores que
transformam o vulgar em algo de especial..., por exemplo, quando se aprende… No
baú da minha mãe encontrei este “trapo” (feito por mim no início
da minha adolescência (anos 60)): é uma das minhas primeiras “obras de
arte”, aprendendo o "ponto jugoslavo".
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